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Quem é essa mulher?

  • Ana Lúcia Medeiros
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
foto: Divulgação
Foto: divulgação

 

Fatima Sousa


Candidata a Deputada Federal 1230 – PDT

Enfermeira, professora da UnB, ex-superintendente do HUB

Em defesa do direito de cada pessoa à saúde e à educação

 

 

Nascida na pequena cidade de São José da Lagoa Tapada, a cerca de 422 km de João Pessoa, Fátima Sousa é daquelas sertanejas fortes e sensíveis retratadas nas telas do cinema e nas canções da MPB.

 

A paraibana começou a militância logo cedo. Onde? Na escola. A idade? Aos 12 anos, quando aprendeu a ler. O ambiente escolar permitiu levantar bandeiras progressistas. Ali compreendeu que é conjuntamente que se abrem caminhos.

 

Sem se desligar da mãe empregada doméstica e do pai operário da construção civil, a menina que nasceu das mãos de uma parteira chegou a Brasília para dar continuidade aos estudos. Porque acredita no papel transformador da educação.   

 

Abraçou a capital do país como o lugar ideal para concretizar sonhos. Trouxe na bagagem a origem, a escuta, a coragem e a teimosia de quem não desiste de gente. Abraçou o propósito de defender a vida e a dignidade, apontando para o direito de cada pessoa à saúde e à educação.

 

Movida pelo desejo de servir, viu que poderia ajudar a transformar vidas. A escolha de cuidar de gente foi decisiva na compreensão de que é preciso humanizar o perfil do agente comunitário de saúde. Com essa visão, ajudou a formar quem hoje atende cada pessoa no posto de saúde no Brasil inteiro, item importante no compromisso em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

A bandeira progressista, levantada nos anos 1970, na Paraíba, foi reerguida também ao assumir a superintendência do Hospital Universitário de Brasília, em 2025. Ali desenvolveu um trabalho plural de sustentabilidade, inovação tecnológica e humanização do atendimento. Como fez isso? Integrou ensino, serviço assistencial e SUS, além de implementar projetos voltados à sustentabilidade, a exemplo da criação do Horto Agroflorestal do hospital, um "laboratório vivo" de segurança alimentar. Também defendeu a transformação digital da instituição rumo ao modelo de "Hospital 4.0".

 

As ações dão concretude ao sonho de transformar realidades em benefício das pessoas. Porque querer o melhor para cada pessoa é a sua maior bandeira.  

 

Trajetória

Lutou pela criação do SUS na Constituinte de 1988

Coordenou no Brasil o Programa de Agentes Comunitários de Saúde

Contribuiu com a implantação da Estratégia Saúde da Família

Professora da UnB, foi diretora da Faculdade de Ciências da Saúde

Ajudou a criar o Campus da UnB em Ceilândia

Foi superintendente do HUB/UnB

 

Propostas

Saúde é direito

Cuidado é política pública

Consulta garantida

Brevidade no resultado de exames

Remédio na farmácia do posto

Universidade pública de portas abertas

Transformar experiência prática em lei

Orçamento e fiscalização que funcionem de verdade para o DF

Colocar o conhecimento a serviço das pessoas

 


 
 
 

1 comentário

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há 3 horas
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Excelente! Cuidar de vidas. Precisamos de gente assim.

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